ANNA NOS TRÓPICOS

Uma família oriunda de Cuba emigra para Tampa, cidade situada na costa oeste dos Estados Unidos no ano de 1929, ano da grande depressão. Montam uma fábrica de charutos e decidem contratar um leitor que tem como função entreter e educar os trabalhadores na sua árdua e monótona tarefa. Das suas leituras fazem parte notícias, curiosidades, poesia mas sobretudo os grandes romances da literatura mundial. O nosso leitor propõe Anna Karenina de Lev Tolstoi.
A ficção e as personagens do romance misturam-se com a vida real daquela família. Nasce então uma apaixonante história de amor e ciúme mas também, num outro plano, a ideia de que a força da industrialização e mecanização pode levar à morte da cultura, da literatura e da tradição.

Ficha Artística e Técnica
Texto Nilo Cruz | Tradução Rui Mendes | Encenação Jorge Silva | Interpretação Ana BentoAndré NunesElsa ValentimGraciano Amorim, João SabogaMarco TrindadeMariana Lobo Vaz e Nuno Nunes | Com a participação de Joana BatalhaNuno Vargas e Vanessa Ammit | Cenografia e Adereços  Rui Francisco | Figurinos e Adereços Maria Luiz | Música Francisco Nogueira | Desenho de Luz Tasso Adamopoulos | Vídeo José Ricardo Lopes | Fotografia Luana Santos | Design Gráfico João Rodrigues | Assistência de Encenação Vanessa Ammit | Costureira Teresa Louro | Assistente de cenografia Mafalda Gonçalves | Assessoria de Imprensa Sofia Peralta | Direção de Produção Daniela Sampaio | Produção Executiva Marco Trindade | Operação e Montagem Gi Carvalho | Construção Cenográfica JSVC Decor |  Produção Teatro dos Aloés 2025

As passagens citadas do romance “ANNA KARENINA” de Lev Tolstoi, pertencem à tradução de JOSÉ SARAMAGO, publicada pela Porto Editora. 
Cedência por cortesia dos Herdeiros de José Saramago e da Fundação José Saramago.

Estreia
19 de março de 2025, nos Recreios da Amadora

Locais de Apresentação
Recreios da Amadora e Teatro Meridional

PAGAR?! AQUI, NINGUÉM PAGA!

Dario Fo, Prémio Nobel da Literatura em colaboração com Franca Rame escreve e reescreve entre 1974 e 2008, esta comédia de intervenção, fruto do contexto de sucessivas crises económicas em Itália.
A história desenrola-se a partir de uma situação que envolve Antónia num protesto de donas de casa contra o aumento dos preços dos produtos dentro de um supermercado, do qual sai levando alguns produtos sem pagar. Em plena fuga encontra Margarida que a ajuda a levar os sacos para casa.
Chegadas a casa, precisam de os esconder, pois o marido de Antónia, “legalista como é” não irá certamente compactuar com uma situação de roubo. Margarida aceita ajudar a esconder o saque, começa aí um conjunto de manobras de diversão para despistar os maridos e a polícia que iniciou buscas em toda a vizinhança.
No meio desta confusão hilariante, com reviravoltas inesperadas a cada instante, junta-se a crise na fábrica onde trabalham os seus maridos e temos os ingredientes para uma comédia mordaz, de crítica mas também de consciência social.

Ficha Artística e Técnica
Texto Dario Fo e Franca Rame | Tradução Gil Salgueiro Nave | Encenação Elsa Valentim e José Peixoto | Interpretação Graciano Amorim, Jorge Silva, José Peixoto, Marco Trindade, Patrícia André e Raquel Oliveira e os Estagiários Joana Batalha (ESTC) e Miguel Cruz (Act – Escola de Actores) | Cenografia e Design Gráfico João Rodrigues | Figurinos Maria Luiz | Desenho de Luz Tasso Adamopoulos | Música Rui Rebelo | Vídeo Promocional Aurélio Vasques  | Vídeo de Cena José Ricardo Lopes | Fotografia José Frade | Assistência de Encenação Inês Correia e Tomás Bravo | Assistência de Cenografia e Adereços Pedro Silva | Confecção de Guarda-Roupa Teresa Louro | Assessoria de Imprensa Sofia Peralta | Operação Técnica Luís Moreira | Direção de Produção Daniela Sampaio | Produção Executiva e Divulgação Marco Trindade | Divulgação e Mediação de Público Graciano Amorim e Patrícia André | Produção Teatro dos Aloés 2025

Estreia
18 de junho de 2025, nos Recreios da Amadora

Locais de Apresentação
Recreios da Amadora, Fórum Cultural do Seixal, Teatro do Bairro, Teatro das Beiras, Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha e Cineteatro D. João V