A MORTE E A DONZELA

Um País no período de transição para a democracia logo após o “fim” de uma feroz ditadura. Paulina Salas uma ex-ativista que foi sequestrada e torturada durante o regime militar e Gerardo Escobar, advogado proeminente e militante dos Direitos Humanos são um casal que, alguns anos após o fim da ditadura, ainda convive com os fantasmas da tortura da perda e do medo. Por uma sucessão de acasos, Paulina depara-se com Roberto Miranda, o homem que acredita ser o mais cruel dos seus torturadores a dormir em sua casa. Decide, então, julgá-lo por conta própria, sob os protestos de Gerardo. A partir daqui desenvolve-se um debate político e psicológico sobre a moralidade, justiça e humanidade. O que faríamos no lugar dela?
Ficha Artística e Técnica
Texto de Ariel Dorfman | Versão e Tradução João Lourenço e Vera San Payo de Lemos | Encenação Jorge Silva | Interpretação Graciano Amorim, Nuno Nunes e Patrícia André | Cenografia Rui Francisco | Desenho de Luz Tasso Adamopoulos | Figurinos Maria Luiz | Adereços Maria Luiz e Rui Francisco | Desenho de Som e Música Francisco Nogueira | Fotografia Luana Santos | Vídeo Aurélio Vasques | Design Gráfico João Rodrigues | Assistência de Encenação Sofia Pinto | Assistente de Cenografia Mafalda Gonçalves | Execução de Guarda-Roupa Margarida Viana e Teresa Louro | Assessoria de Imprensa Sofia Peralta | Operação Técnica Gi Carvalho | Construção Cenográfica JSVC Decor | Direção de Produção Daniela Sampaio | Produção Executiva e Divulgação Marco Trindade | Divulgação e Mediação de Público Graciano Amorim e Patrícia André | Produção Teatro dos Aloés 2026 – 72ª criação
Estreia
20 de março de 2026, nos Recreios da Amadora
Locais de Apresentação
Recreios da Amadora